sexta-feira, dezembro 29, 2017

Só resta a esperança.

Ano novo de novo,
igual ao ano passado,
nada muda de novo,
só o número é trocado.
Na política do país,
na violência que não acaba,
no povo infeliz
que se cala e não diz nada.
Nada muda na calçada
cheia de mendigos,
nada muda na madrugada triste
dividida com os amigos.
O Réveillon chega para todos,
mas a comida não chega.
Os fogos de artifício são para
o povo o único "benefício".
Seja no ano novo ou em
qualquer data o povo só
quer saúde,comida e moradia,
e isso não é Poesia.

sábado, dezembro 02, 2017

Feito Asas.

Eu sei o que digo
quando digo te preciso.

Te preciso como asas
para quem quer voar.

Mesmo assim
vou me atirar.

Vou me atirar
ao sabor do vento,
doce ou amargo,
não sei,só preciso,
é o que sei,e será
como eu sonhei.